CONEXÃO FREUD E PIAGET: Desenvolvimento Cognitivo e Emocional

Olá,

Veja o Desenvolvimento Cognitivo:

(Siddhartha e o Caminho do Meio)

Ouvindo:

(Jean Piaget – Fases do desenvolvimento)

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ESQUEMAS FREUD (EMOCIONAL)/ PIAGET (COGNITIVO)

HEMISFÉRIO DIREITO:

Operações Formais (SUPER-EGO)

HEMISFÉRIO ESQUERDO:

Operações Concretas (EGO)

CEREBELO:

Pré-Operacional (ID)

Latente Sistema Vegetativo
Oral Boca
Fálica Vagina/Pênis
Genital Ovário/Testículo
Anal Ânus

SISTEMA SENSORIAL:

Sensório Motor

 

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“Estágios de desenvolvimento de Piaget: Segundo Piaget, os processos equilibradores da assimilação e da acomodação são responsáveis por todas as mudanças associadas ao desenvolvimento por todas as mudanças associadas ao desenvolvimento cognitivo. Na sua concepção, é mais provável que o desequilíbrio ocorra durante os períodos de transição entre estágios. Isto é, apesar de Piaget ter postulado que os processos equilibradores continuam por toda infância, à medida que as crianças adaptam-se continuamente ao seu ambiente, ele também considerou que o desenvolvimento envolve estágios distintos, descontínuos. Particularmente, Piaget dividiu o desenvolvimento cognitivo nos quatro estágios principais resumidos aqui: os estágios sensório-motorpré-operatóriooperatório concreto e operatório formal.” (http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/)

“O Estágio Sensório-Motor: O primeiro estágio de desenvolvimento, o estágio sensório-motor, envolve aumentos no número e na complexidade de capacidades sensoriais (input) e motoras (output) durante a infância – aproximadamente do nascimento a cerca de 18-24 meses de idade -. Segundo Piaget, as primeiras adaptações do bebê são reflexivas. Gradualmente, os bebês obtêm controle consciente e intencional sobre suas ações motoras. A princípio, eles agem assim para manter ou repetir sensações interessantes. Mais tarde, entretanto, exploram ativamente seu mundo físico e buscam com afinco novas e interessantes sensações. Ao longo das primeiras fases do desenvolvimento cognitivo sensório-motor, a cognição infantil parece focalizar-se apenas no que eles podem perceber imediatamente, pelos seus sentidos. Os bebês nada concebem que não lhes seja imediatamente perceptível. De acordo com Piaget, eles não têm um senso de permanência do objeto, pela qual os objetos continuam a existir, mesmo quando imperceptível aos bebês. Por exemplo, antes de aproximadamente 9 meses de idade, os que observam um objeto quando está sendo escondido de sua vista não o procurarão, uma vez escondido. Se um bebê de 4 meses de idade estivesse observando você esconder um chocalho debaixo de um cobertor, esse bebê não tentaria encontrar o chocalho sob o cobertor, enquanto um de 9 meses tentaria. Embora pesquisas subsequentes tenham posto em dúvida algumas de suas interpretações quanto à permanência do objeto, parece que os bebês não têm o mesmo conceito com relação à permanência de objetos que os adultos têm. A posse de um senso de permanência do objeto exige alguma representação mental interna de um objeto mesmo quando este não é visto, ouvido ou, de outra forma, percebido. As respostas do pequeno bebê não exigem uma concepção de permanência do objeto ou de quaisquer outras representações mentais internas de objetos ou de ações. Seus pensamentos estão concentrados apenas em percepções sensoriais e comportamentos motores. No fim do período sensório-motor (18-24 meses de idade), as crianças começaram a mostrar sinais de pensamento representativo – representações internas de estímulos externos. Nessa transição para o estágio pré-operatório, a criança começa a ser capaz de pensar sobre pessoas e objetos que não são necessariamente perceptíveis naquele momento. Piaget acreditava que o padrão de capacidade progressiva para formar representações mentais internas continua ao longo da infância. Outro padrão característico do desenvolvimento cognitivo envolve a passagem progressiva das crianças de um foco sobre si próprias a um interesse nos outros. Isso é, à medida que ficam mais velhas, elas se tornam menos egocêntricas – menos concentradas em si próprias. Observe-se que o egocentrismo é uma característica cognitiva, não um traço de personalidade. Por exemplo, as primeiras adaptações que ocorrem durante a infância referem-se todas ao próprio corpo do bebê (por exemplo, os reflexos de sucção podem ser adaptados para abranger a sucção de um polegar ou de um dedo do pé). As adaptações posteriores, entretanto, envolvem também objetos do ambiente externo ao corpo do bebê. Similarmente, as primeiras representações mentais envolvem apenas a criança, mas as subsequentes abrangem também outros objetos. Piaget considerava essa tendência inicial indicativa de uma tendência mais ampla para as crianças de todas as idades tornarem-se progressivamente conscientes do mundo externo e de como os outros podem perceber esse mundo.” (http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/)

O Modelo Freudiano: O primeiro grande conceito desenvolvido por Freud foi o de Inconsciente. Freud concebeu o inconsciente como a instância onde se acumula a energia que está na base da construção do humano, reduzindo essa grande “’fonte energética” ao impulso ou pulsão sexual. Ele afirmou que nada ocorre por acaso e, muito menos, os processos mentais. Cada evento mental é causado pela intenção consciente ou inconsciente e é determinado pelos fatos que o precederam (determinismo psíquico). Assim, percebemos que foi em termos de sexualidade que ele explorou o mundo do inconsciente. É neste contexto que aparecem os diferentes estágios do desenvolvimento que serão abordados resumidamente:” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“1ª fase – Oral: Idade: 0 a 1 ano aproximadamente. O ser humano nasce com id, e o ego forma-se no primeiro ano de vida, de uma parte do id, que começa a ter características próprias. As necessidades, percepções e modos de expressão do bebê estão originalmente concentrados na boca, lábios, língua e outros órgãos relacionados com a cavidade oral. A região do corpo que proporciona maior prazer à criança é a boca, pela qual a criança entra em contato com o mundo – é por esta razão que a criança pequena tende a levar tudo o que pega à boca. O principal objeto de desejo nesta fase é o seio da mãe, que além de alimentar proporciona satisfação ao bebê. Neste período são particularmente importantes as percepções visuais e auditivas. A relação desenvolvida nesta fase, entre o bebê e a mãe, vai ter reflexos na vida futura.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“2ª fase – Anal: Idade: 1 aos 3 anos aproximadamente. Neste período a criança passa a adquirir o controle dos esfíncteres, porque a maturação e o desenvolvimento psicomotor vão permitir a ela reter ou expulsar as fezes e a urina. A zona de maior satisfação é a região do ânus. É nesta etapa que a criança começa a ter noção de higiene. Este período etário corresponde a uma fase em que a criança é mais autônoma, procurando afirmar-se e realizar as suas vontades, podendo surgir birra.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“3ª fase – Fálica: Idade: 3 aos 5 anos aproximadamente. Nesta etapa do desenvolvimento a atenção da criança volta-se para a região genital, sendo comum a sua manipulação. Inicialmente a criança imagina que tanto os meninos quanto as meninas possuem um pênis. Ao serem defrontadas com as diferenças anatômicas entre os sexos, as crianças criam as chamadas “teorias sexuais infantis”, imaginando que as meninas não têm pênis porque este órgão lhe foi arrancado (complexo de castração). Tem comportamentos exibicionistas e gostam de espionar. Neste período surge também o complexo de Édipo, no qual o menino passa a apresentar uma atração pela mãe e se rivalizar com o pai; e o complexo de Electra, no qual ocorre o inverso com a menina.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“4ª fase – Latente: Idade: dos 5/6 anos, aproximadamente, até a puberdade, por volta dos 12 anos. Após a vivência dos complexos e com um superego já formado, a criança entra em uma fase da latência, ou seja, vai esquecer alguns acontecimentos e sensações, através de um processo que se chama amnésia infantil. A criança pode nesta fase, de uma forma mais calma e disponibilizada, desenvolver competências a nível escolar, social, cultural, ou seja, a criança passa a gastar a sua energia em atividades sociais e escolares. Fase de relativa tranquilidade ou inatividade do impulso sexual, durante o período que se estende da resolução do complexo de Édipo até a puberdade (dos 5/6 anos até cerca de 11/13 anos), o que permite o desenvolvimento dos aparelhos do ego e o domínio de habilidades.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“5ª fase Genital: Idade: a partir dos 11/12 anos, até que o adolescente atinja a vida adulta: A adolescência vai reativar uma sexualidade que esteve como que adormecida durante o período de latência. A puberdade traz novas pulsões sexuais genitais e o mundo relacional do adolescente é alargado a pessoas exteriores à família. O adolescente passa a buscar, em pessoas fora do seu grupo familiar, um objeto de amor. A adolescência é um período de mudanças no qual o jovem tem que aceitar a perda da identidade infantil e dos pais, da infância, para que, pouco a pouco, possa assumir a sua identidade, agora adulta. O ideal é que uma formulação teórica ampla e geral possibilitasse o conhecimento do homem como um todo e viabilizasse a correlação de todos os novos dados encontrados, de todas as novas descobertas empíricas aos conceitos teóricos existentes, em um contínuo intercâmbio. Não estamos aqui para nos tornarmos peritos em comportamentos e análises. Muito ainda teríamos que estudar sobre cada teoria, lembrando que não falamos de todas elas. O objetivo deste módulo foi atingindo se o aluno chegou aqui podendo perceber que essa experiência será importante para ver a criança diferente a partir de agora. Um olhar clínico nos dirá os problemas bucais que aquela criança tem, mas outro olhar mais atento nos fará tratá-la na sua fase correspondente de desenvolvimento. Mais ainda, desejamos despertar um “click” no profissional capacitado e diferenciado que saiba tratar da saúde como um bem e, melhor ainda, quando esse for uma criança – nosso tesouro.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“O Estágio Pré-Operatório: No estágio pré-operatório, da idade aproximada de 1 1/2 ou 2 anos a cerca de 6 ou 7 anos, a criança começa a desenvolver ativamente as representações mentais internas, que se iniciaram no fim do estágio sensório-motor. Segundo Piaget, o aparecimento do pensamento representativo, durante o estágio pré-operatório, abre o caminho para o desenvolvimento subsequente do pensamento lógico, durante o estágio de operações concretas. Com o pensamento representativo, chega a comunicação verbal. Entretanto a comunicação é amplamente egocêntrica. Uma conversação pode parecer sem qualquer coerência. A criança diz o está em sua mente, sem considerar muito o que outra pessoa disse. À medida que as crianças se desenvolvem, no entanto, levam cada vez mais em consideração o que os outros disseram, quando criam seus próprios comentários e respostas. A capacidade para manipular os símbolos verbais para objetos e ações – ainda que egocentricamente – acompanha a capacidade para manipular conceitos, e o estágio pré-operatório caracteriza-se por acréscimo no desenvolvimento conceitual. Todavia, a capacidade infantil para manipular conceitos ainda é bastante limitada durante este estágio. Por exemplo, durante esta fase as crianças exibem centração – uma tendência para focalizar somente um aspecto especialmente observável de um objeto ou uma situação complicada. Piaget fez uma série de experimentos que mostravam a centração das crianças. Ele representava a elas dois exemplares de trens em dois trilhos paralelos diferentes, conforme é mostrado na figura abaixo. Usava horários distintos de partida e de parada para cada trem e fazia-os seguirem seus trajetos em velocidades diferentes. Então entabulava perguntas sobre quem viajava mais lenta ou mais rapidamente. Descobriu que as crianças com 4 a 5 anos de idade tendiam a concentrar-se em uma única dimensão, geralmente o ponto no qual os trens paravam. Especificamente, tais crianças diriam que o trem que percorrera maior distância nos trilhos também se deslocara mais rapidamente e por mais tempo, sem levar em conta o momento em que os trens tinham começado ou parado. Assim, no estágio pré-operatório, elas concentram-se em uma dimensão particular de um problema – tal como a posição final dos trens -, ignorando os outros aspectos da situação, mesmo quando eles são relevantes. Muitas modificações do desenvolvimento ocorrem durante este estágio. A experimentação intencional e ativa das crianças com a linguagem e com objetos em seus ambientes resulta em enormes acréscimos, no desenvolvimento conceitual e linguistico. Esses desenvolvimentos auxiliam a abrir caminho para o desenvolvimento cognitivo ulterior, durante o estágio de operações concretas.” (http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/)

“Freud tentou ordenar este caos aparente, propondo três componentes básicos estruturais da psique: Id, Ego e Superego. Id: – É o primeiro elemento e nasce com a criança; – É a fonte de toda a energia psíquica; – Visa à satisfação imediata na busca exclusiva do prazer, tendo assim a função de descarregar as tensões biológicas; – É a estrutura da personalidade original, básica e central do ser humano; – Os seus conteúdos são quase todos inconscientes, eles incluem configurações mentais que nunca se tornaram conscientes, assim como o material que foi considerado inaceitável pela consciência; – Um pensamento ou uma lembrança, excluídos da consciência, mas localizados na área do Id, será capaz de influenciar toda a vida mental de uma pessoa.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“O Estágio Operatório Concreto: No estágio de operações concretas, aproximadamente dos 7 ou 8 anos ate os 11 ou 12 anos de idade, as crianças tornam-se capazes de manipular mentalmente as representações internas que formaram, durante o período pré-operatório. Em outras palavras, eles agora não só têm ideias e memórias dos objetos, mas também podem realizar operações mentais com essas ideias e memórias. Entretanto, podem agir assim apenas quanto a objetos concretos (por exemplo, ideias e memórias de carros, alimentos, brinquedos, e outras coisas tangíveis) – daí a denominação de “operações concretas”. Talvez, a evidência mais forte da mudança do pensamento pré-operatório para o pensamento representativo do estágio operatório concreto seja vista nos experimentos clássicos de Piaget sobre conservação da quantidade. Na conservação, a criança é capaz de conservar mentalmente (lembrar-se) uma dada quantidade, embora observe modificações na aparência do objeto ou da substância. Esses experimentos investigaram as respostas das crianças a se uma quantidade de alguma coisa (por exemplo, o número de peças do jogo de damas, a quantidade de líquido ou o volume de massa) era conservada, apesar de modificações na aparência. (ver figura abaixo) Inicialmente elas contam com suas percepções imediatas de como as coisas parecem ser; gradualmente, começam a formular regras internas em relação a como funciona o mundo e, finalmente usam essas regras internas para orientar o seu raciocínio, em vez de apenas as aparências. Talvez o experimento piagetiano de conservação mais famoso de todos demonstre modificações do desenvolvimento na conservação da quantidade de líquido(ver fotos mais abaixo) O experimentador mostra a criança dois pequenos béqueres (= copos químicos) com líquido neles. O experimentador faz a criança verificar que os dois béqueres contêm as mesmas quantidades de líquido. Depois, à medida que ela observa, o experimentador despeja o líquido de um dos pequenos béqueres em um terceiro béquer, que é mais alto e fino do que os outros dois. No novo béquer, o líquido no tubo mais estreito eleva-se a um nível mais alto do que no outro béquer menor e mais largo, ainda cheio. Quando indagada se as quantidades de líquido nos dois béqueres cheios são as mesmas ou diferentes, a criança pré-operatória dia que agora há mais líquido no béquer mais alto e mais fino, porque o líquido, nesse béquer, alcança um ponto perceptivelmente mais alto. Ela viu o experimentador despejar todo o líquido de um béquer no outro, nada adicionando, mas não concebe que a quantidade seja conservada, apesar da mudança de aparência. a criança operatória concreta, por outro lado, diz que os béqueres contêm a mesma quantidade de líquido, baseada nos seus esquemas internos quanto à conservação da matéria. O que a criança operatória concreta pode fazer que a pré-operatória não pode? Ela pode manipular representações internas de objetos e de substâncias concretas, conservando, mentalmente, a noção de quantidade e concluindo que, apesar das aparências físicas diferentes, as quantidades são idênticas. Em primeiro lugar, a criança operatória concreta pode descentrar da dimensão única da altura do líquido no recipiente, para considerar também a largura deste último. Além do mais, o pensamento operatório concreto é reversível: ela pode julgar idênticas as quantidades, pois entende que, potencialmente, o líquido podia ser redespejado no recipiente original (o béquer pequeno), revertendo, dessa forma, a ação. Uma vez que a criança reconheça internamente a possibilidade de reverter a ação e possa realizar mentalmente essa operação concreta, ela pode captar a implicação lógica de que a quantidade não mudou. Observe-se, entretanto, que as operações são concretas – isto é, as operações cognitivas agem sobre representações cognitivas de eventos físicos reais. O estágio final do desenvolvimento cognitivo, segundo Piaget, envolve ultrapassar tais operações concretas e aplicar os mesmo princípios a conceitos abstratos.” (http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/)

“Freud tentou ordenar este caos aparente, propondo três componentes básicos estruturais da psique: Id, Ego e Superego. Ego: – Controla as exigências instintivas do Id, decidindo onde, quando e como são feitas; – É a parte do aparelho psíquico que está em contato com a realidade externa; – Ele tem a tarefa de garantir a saúde, segurança e sanidade da personalidade; – Uma das características principais do Ego é comandar o movimento voluntário; – Desempenha a sua função, dando conta dos estímulos externos, armazenando experiências sobre eles na memória, evitando o excesso de estímulos internos (mediante a fuga), lidando com estímulos moderados (através da adaptação) e aprendendo, através da atividade, a produzir modificações convenientes no mundo externo, em benefício próprio;
– Esforça-se pelo prazer e busca evitar o desprazer. A elevação dessas tensões é, em geral, sentida como desprazer e a sua redução como prazer.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

“Estágio Operatório Formal: estágio operatório formal, aproximadamente dos 11 ou 12 anos de idade em diante, envolve operações mentais sobre abstrações e símbolos que podem não ter formas concretas ou físicas. Além do mais, as crianças começam a compreender algumas coisas que elas mesmas não tinham experimentado diretamente. Durante o estágio de operações concretas, elas começam a ser capazes de ver a perspectiva dos outros, se a perspectiva alternativa pode ser manipulada concretamente. Por exemplo, elas podem imaginar como outra criança pode ver uma cena (por exemplo, a pintura de uma cidade) quando sentam em lados opostos de uma mesa onde a cena é exibida. Durante as operações formais, entretanto, finalmente elas são completamente capazes de adotar outras perspectivas além das suas próprias, mesmo quando não estão trabalhando com objetos concretos. Além disso, no estágio de operações formais, as pessoas procuram intencionalmente criar uma representação mental sistemática das situações com as quais se deparam.” (http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/)

“Freud tentou ordenar este caos aparente, propondo três componentes básicos estruturais da psique: Id, Ego e Superego. Superego: – Esta última estrutura da personalidade desenvolve-se a partir do Ego; – Autoridade do grupo social. Consciência moral que se liga à culpabilidade e à autocrítica; – Representa um conjunto de valores nucleares como: honestidade, sentido de dever, obrigações, sentido de responsabilidade e outros; – Também inconsciente faz a censura dos impulsos que a sociedade e a cultura proíbem ao Id, impedindo o indivíduo de satisfazer plenamente seus instintos e desejos; – Freud descreve três funções do Superego: consciência, auto-observação e formação de ideais; – Enquanto consciência pessoal age tanto para restringir, proibir ou julgar a atividade consciente, porém, também pode agir inconscientemente; – As restrições inconscientes são indiretas e podem aparecer sob a forma de compulsões ou proibições; – O Superego de uma criança é construído segundo o modelo não dos seus pais, mas do Superego dos seus pais; os conteúdos que ele encerra são os mesmos e torna-se veículo da tradição e de todos os duradouros julgamentos de valores que dessa forma se transmitiram de geração em geração.” (https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/teoria-de-sigmund-freud-acerca-do-desenvolvimento-humano/26809)

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Rafael Giordano Barboza Gondim

Veja o Desenvolvimento Emocional:

(Jesus Expulsa os Mercadores do Templo – Papo de Irmãos)

Ouvindo:

(Sigmund Freud: Id, Ego, e Superego com Lucila Faerchtein | Philos TV)

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